
“De madrugada, acordei com uma dor insuportável no pé. O dedão estava inchado, quente, vermelho como um pimentão! Pensei até que tinha quebrado o pé dormindo… Corri para a emergência e o médico foi direto: ‘É ácido úrico!’”
Se você já viveu algo parecido, sabe o quanto uma crise de gota pode ser marcante — e dolorosa.
A gota causa crises de artrite, principalmente no pé. A dor é intensa, mas a boa notícia é: tem tratamento e pode ser controlada com o ácido úrico sob controle.
A boa notícia é que, com o diagnóstico correto e o tratamento adequado, a gota é uma doença controlável e que pode ser prevenida.
O problema é que ainda existe muito desconhecimento, preconceito e desinformação sobre o tema, o que atrasa o diagnóstico e faz com que muitos pacientes sofram por anos, desnecessariamente.
Neste artigo, você vai entender:
- O que é gota?
- Quais são os sintomas da gota?
- Como confirmar o diagnóstico
- Como tratar e prevenir novas crises
- Qual a importância da dieta no tratamento
Quem cuida de quem tem gota ácido úrico alto?
O médico especialista no cuidado de pessoas com gota é o reumatologista — especialista em doenças das articulações, ossos, músculos e tendões.
👨⚕️ Quem é o Dr. Francisco Saraiva?
O Dr. Francisco Saraiva é médico reumatologista com mais de 20 anos de experiência, reconhecido por unir conhecimento técnico com escuta atenta, empatia e compromisso com o cuidado integral.

Uma trajetória construída com excelência
Desde o início da carreira, buscou os melhores centros de formação médica do Brasil:
- Graduação em Medicina pela Universidade Federal do Ceará (UFC)
- Residência em Clínica Médica pela USP
- Residência em Reumatologia pela USP
- Doutorado em Reumatologia pela USP
Logo ao retornar de São Paulo para Fortaleza, foi rapidamente integrado ao ensino e à formação de novos médicos:
- Ingressou como preceptor da residência em Reumatologia do Hospital Universitário Walter Cantídio (UFC)
- Foi professor adjunto da Universidade Federal do Ceará por mais de uma década
- Atualmente é professor da UNINTA e segue como preceptor da residência da UFC
O que diferencia o cuidado do Dr. Francisco?
Mais do que títulos e formação de ponta, o Dr. Francisco oferece um atendimento:
- Acolhedor: com tempo para escutar o paciente
- Explicativo: com orientação clara sobre diagnóstico e tratamento
- Disponível: tira dúvidas mesmo após a consulta, quando necessário
- Humanizado: com empatia, atenção e respeito
- Inspirado por valores cristãos, oferecendo cuidado integral com base em ciência, fé e compaixão
⭐ Veja o que dizem os pacientes:







O que é gota?

A gota é um tipo de reumatismo causado por níveis elevados de ácido úrico no sangue. Quando os níveis estão altos, o ácido úrico se precipita e forma cristais microscópicos em forma de agulha nas articulações, os quais provocam inflamação intensa, dor, inchaço e vermelhidão nas articulações.
Como o excesso de ácido úrico no sangue forma cristais nas articulações?
Imagine dissolver sal em um copo com água: no início, ele se dissolve. Mas se continuar colocando, ele se acumula no fundo. O mesmo acontece com o ácido úrico: em excesso, ele se acumula nas articulações, forma cristais e causa ataques de artrite.
O que é ácido úrico e por que ele aumenta?
As células do nosso organismo estão em constante renovação. À medida que as células velhas morrem e são substituídas, elas liberam o ácido úrico, um subproduto da degradação de substâncias presentes no DNA e no RNA.
- Cerca de 75% do ácido úrico é produzido pelo próprio corpo
- Apenas 25% vêm da alimentação
Ou seja, a maior parte do ácido úrico alto não é culpa da dieta. A alimentação pode piorar o problema, mas o fator principal costuma ser genético: o organismo de algumas pessoas não consegue eliminar o ácido úrico adequadamente pelos rins.
Uma analogia simples
Pense no seu corpo como uma caixa d’água. O ácido úrico é como a água sendo colocada lá dentro. Parte dessa “água” vem dos alimentos, mas a maior parte é produzida automaticamente pelo corpo.
Agora imagine que o cano de escoamento (o “ladrão” da caixa) está entupido. A água começa a acumular e transborda. Esse cano são os seus rins. Se eles não eliminam bem o ácido úrico, ele se acumula no sangue e forma os cristais nas articulações.
Esse acúmulo de ácido úrico no sangue se chama hiperuricemia.
Ácido úrico alto sempre causa gota?
Não! E esse é um dos principais erros que vejo no consultório.
Nem toda pessoa com ácido úrico alto vai ter gota. Na verdade, a maioria não terá.
Apenas cerca de 1 em cada 3 pessoas com hiperuricemia vai desenvolver crises de artrite gotosa.
Então por que se preocupar com o ácido úrico?
- Quando ele causa crises de artrite, precisa ser tratado
- Quando provoca pedras nos rins, também
- Mas se estiver alto e não causar sintomas, não exige medicação na maioria dos casos
Muitos pacientes me procuram preocupados com um exame de ácido úrico alterado, mas sem nunca terem tido dor ou inflamação. E em muitos desses casos, o tratamento medicamentoso nem é necessário.
Quais são os sintomas da gota?

1️⃣ Crises de artrite
O sintoma mais clássico da gota é a crise de dor intensa em uma articulação. A crise começa de forma súbita, geralmente durante a noite, e a dor é tão forte que até o toque do lençol incomoda.
As principais características:
- Dor súbita, intensa e pulsante
- Inchaço, vermelhidão e calor na articulação
- Pode haver febre baixa e mal-estar
- Geralmente afeta uma articulação por vez (monoartrite)
Local mais comum: o dedão do pé (essa manifestação tem até nome — podagra)
Outros locais:
- Parte superior do pé
- Tornozelo
- Joelho
- Cotovelo
- Mãos
- Ombros (menos comum)
As crises costumam durar de 5 a 10 dias e desaparecem sozinhas — o que leva muitas pessoas a ignorarem o problema.
Mas atenção: com o tempo, as crises se tornam mais frequentes e afetam mais articulações ao mesmo tempo, podendo evoluir para uma gota crônica.
2️⃣ Tofos: os nódulos de ácido úrico

Se a gota não for tratada corretamente, o excesso de ácido úrico começa a se depositar debaixo da pele, formando nódulos chamados tofos.
Eles costumam aparecer em:
- Dedos
- Cotovelos
- Pés
- Orelhas
Em alguns casos, eles inflamam, infeccionam ou até rompem a pele, eliminando uma substância branca como pasta de dente.
A presença de tofos é sinal de gota grave e mal controlada.
3️⃣ Outros riscos da gota
- Pedra nos rins (até 20% dos casos)
- Comprometimento renal
- Maior risco de infarto e AVC
- Depressão e ansiedade devido à dor crônica
Como é feito o diagnóstico de gota?

O diagnóstico da gota é clínico e laboratorial. Ou seja: depende de uma boa conversa com o médico, exame físico e exames complementares.
1. História clínica
Descreva as crises com o máximo de detalhes:
- Quando surgiram?
- Quanto tempo duraram?
- Teve dor entre uma crise e outra?
Muitos pacientes esquecem de mencionar que, entre as crises, ficam completamente sem dor — e esse é um dos indícios clássicos de gota.
2. Exame físico
O médico vai avaliar as articulações, identificar sinais de inflamação, verificar presença de tofos ou sinais de outras doenças articulares (como artrose ou tendinites).
3. Dosagem de ácido úrico
- Valores acima de 7 mg/dL aumentam o risco de gota
- Mas durante a crise, o valor pode estar normal!
Um ácido úrico normal não exclui o diagnóstico de gota
4. Punção articular (em casos duvidosos)
Coleta-se uma pequena amostra do líquido da articulação inflamada para análise no microscópio. A presença de cristais de urato confirma o diagnóstico.
5. Exames de imagem (em casos avançados ou atípicos)
- Raio-X: pode mostrar erosões ósseas
- Ultrassom articular: sinal do duplo contorno
- Tomografia de dupla energia: detecta cristais com alta precisão
Como é feito o tratamento da gota e do ácido úrico alto?

O tratamento da gota tem dois pilares principais:
- Aliviar as crises de dor e inflamação
- Controlar o nível de ácido úrico no sangue para prevenir novas crises
Essas duas abordagens são complementares, e muitas vezes os pacientes se perdem nesse ponto. Eles tomam um anti-inflamatório durante a crise, melhoram e acham que está tudo resolvido. Mas sem tratar a causa — o ácido úrico elevado — a próxima crise é só uma questão de tempo.
1. Tratando as crises de dor
Durante uma crise de gota, o foco é controlar a inflamação articular rapidamente e aliviar a dor, que costuma ser intensa e incapacitante.
As principais opções são:
- Antiinflamatórios não esteroides (AINEs): como ibuprofeno, naproxeno, cetoprofeno
- Corticoides: podem ser usados por via oral ou em injeção no local da dor
- Colchicina: um clássico no tratamento da gota, especialmente eficaz nas primeiras 24 a 48 horas da crise
⚠️ Importante: nenhum desses medicamentos deve ser usado por conta própria. Eles têm efeitos colaterais relevantes, especialmente em pessoas com:
- Pressão alta descontrolada
- Problemas nos rins
- Diabetes
- Gastrite ou úlceras
- Glaucoma
Se o paciente ainda não está usando medicamentos para baixar o ácido úrico, o ideal é esperar a crise passar para iniciar o tratamento de prevenção.
2. Controlando o ácido úrico a longo prazo
Essa é a etapa mais importante para evitar que a gota se torne crônica e comprometa várias articulações.
Os objetivos são:
- Impedir a formação de novos cristais
- Dissolver os cristais antigos
- Evitar a formação de tofos
- Prevenir cálculos renais e complicações renais
- Reduzir o risco de doenças cardiovasculares (sim, gota mal controlada pode aumentar risco de infarto e AVC)
Medicamentos de uso contínuo
No Brasil, os principais remédios usados para controlar o ácido úrico são:
✅ Inibidores da xantina oxidase
- Reduzem a produção de ácido úrico
- São os medicamentos de primeira escolha para a maioria dos pacientes
✅ Medicações uricosúricas
- Aumentam a eliminação do ácido úrico pelos rins
- Podem ser mais eficaz em pessoas que têm dificuldade de excreção renal
Em casos mais graves (gota tofácea, múltiplas articulações acometidas), os dois medicamentos podem ser usados juntos.
Meta do tratamento:
- Ácido úrico < 6 mg/dL na maioria dos pacientes
- < 5 mg/dL em casos graves, com tofos ou múltiplas articulações envolvidas
Ajuste da dose: não basta começar o remédio
Muitos pacientes começam a tomar uma medicação para baixar o ácido úrico com uma dose fixa e nunca mais voltam ao médico. Isso é um erro.
A dose deve ser aumentada gradualmente, sob supervisão do reumatologista, até atingir a meta de ácido úrico. E esse ajuste depende de:
- Exames de sangue regulares
- Avaliação clínica da resposta ao tratamento
- Presença ou não de efeitos colaterais
O sucesso do tratamento da gota depende da regularidade das consultas e da adesão do paciente ao plano de cuidado.
Qual o papel da dieta no tratamento da gota e do ácido úrico alto?

Vale a pena mudar a alimentação?
“Que o teu alimento seja o teu remédio e que o teu remédio seja o teu alimento.”
Essa frase, atribuída a Hipócrates — o pai da medicina — reflete algo que continua sendo verdade milênios depois: a forma como comemos pode afetar diretamente a nossa saúde, inclusive nas doenças articulares como a gota.
Mas será que mudar a alimentação pode curar a gota?
A resposta é: ajuda bastante, mas não faz milagre sozinha.
O que a ciência mostra sobre alimentação e ácido úrico?
É natural imaginar que, como a gota está ligada ao ácido úrico, basta evitar alimentos que contenham purinas e pronto, problema resolvido. Mas não é bem assim.
Cerca de 75% do ácido úrico do nosso corpo é produzido internamente — como parte natural da renovação celular.
Apenas 25% vêm da alimentação.
Isso significa que, mesmo com uma dieta super restrita, a redução do ácido úrico costuma ser limitada.
Estudos mostram que a alimentação consegue reduzir o ácido úrico em no máximo 1 mg/dL.
Exemplo prático:
Se uma pessoa tem 9 mg/dL, com a melhor dieta do mundo, pode cair para 8 mg/dL — ainda acima do ideal, que é abaixo de 6 mg/dL.
Portanto, a alimentação não substitui os medicamentos, mas é um aliado valioso para controlar a doença, reduzir o peso, proteger os rins, melhorar o metabolismo e até evitar novas crises.
O que realmente ajuda na alimentação?
Em vez de proibir tudo e deixar o paciente inseguro diante da geladeira, o foco hoje é adotar um padrão alimentar que seja equilibrado, anti-inflamatório, saudável e sustentável a longo prazo.
Os objetivos principais são:
- Reduzir o peso corporal (sobrepeso aumenta o risco de crises)
- Diminuir a produção de ácido úrico
- Melhorar a saúde do coração e dos rins
- Controlar pressão, colesterol, diabetes e inflamações crônicas
- Aumentar a hidratação e facilitar a eliminação de ácido úrico pelos rins
O que incluir na alimentação?
- Verduras e legumes variados (ricos em fibras e antioxidantes)
- Frutas (com moderação nas mais doces)
- Leite e derivados com pouca gordura (ajudam a reduzir o ácido úrico)
- Grãos integrais (aveia, quinoa, arroz integral)
- Peixes brancos: tilápia, merluza, linguado (menos purina)
- Carnes brancas magras (frango, peru)
- Ovos, tofu e leguminosas como lentilha e feijão (em quantidades moderadas)
- Muita água! Entre 2 e 3 litros por dia
💡 Dica prática: leve sempre uma garrafinha de água com você. Manter-se hidratado é uma das formas mais simples e eficazes de ajudar os rins a eliminar o ácido úrico.
O que deve ser evitado ou reduzido?
1. Bebidas alcoólicas (principalmente a cerveja)
O álcool aumenta a produção de ácido úrico e, ao mesmo tempo, diminui sua eliminação pelos rins. Ou seja, duplo problema. E a cerveja é a pior de todas nesse sentido, pois contém também purinas provenientes da levedura.
Importante: mesmo cerveja sem álcool pode elevar o ácido úrico!
Já o vinho, em pequena quantidade, parece ter um impacto menor — mas ainda assim, em pessoas com gota ativa ou crises recorrentes, a recomendação é reduzir ou evitar todo tipo de álcool.
2. Refrigerantes e sucos industrializados
Muitos pacientes se surpreendem com essa informação: refrigerantes e sucos de caixinha podem aumentar muito o ácido úrico, mesmo sem conter purinas.
O motivo? Eles são ricos em frutose, um tipo de açúcar que, ao ser metabolizado no fígado, estimula a produção de ácido úrico.
- Refrigerantes adoçados (mesmo os “naturais” ou “zero” com frutose)
- Sucos artificiais, néctares de fruta e “refrescos”
- Sucos naturais com muito açúcar ou tomados em excesso
Dica: prefira comer a fruta inteira (com fibras) em vez de tomar o suco. Uma laranja tem 3 colheres de sopa de açúcar natural. Um copo de suco pode conter o equivalente a três ou quatro laranjas — sem as fibras que ajudam a controlar o metabolismo.
3. Carnes vermelhas e vísceras
As carnes ricas em purinas devem ser consumidas com moderação:
- Miúdos (fígado, rim, coração, moela)
- Sardinha, anchova, bacalhau salgado, camarão, lagosta
- Carne vermelha em excesso
Uma boa estratégia é adotar uma alimentação flexível, priorizando cortes magros e carnes brancas.
4. Alimentos ultraprocessados
Evite alimentos industrializados ricos em:
- Gorduras saturadas
- Conservantes
- Açúcares escondidos
- Realçadores de sabor
Eles aumentam a inflamação sistêmica e dificultam o controle metabólico do ácido úrico, colesterol e glicemia.
Só perder peso já ajuda muito!
Uma redução de 5% a 10% no peso corporal já pode reduzir significativamente o ácido úrico — mesmo sem grandes restrições alimentares.
Além disso, o emagrecimento:
- Melhora a resposta ao tratamento
- Reduz o risco de hipertensão, diabetes e artrose
- Melhora a autoestima e a disposição física
E o jejum intermitente? Dietas low carb? Posso fazer?
Muitos pacientes com gota procuram estratégias de emagrecimento mais rápidas, como jejum intermitente ou dietas cetogênicas (low carb). Mas é preciso cautela.
- O jejum prolongado pode aumentar o ácido úrico temporariamente, especialmente no início.
- Dietas com muita proteína animal podem sobrecarregar os rins.
O ideal é seguir um plano alimentar individualizado, feito com a orientação de um nutricionista ou médico de confiança, com foco em saúde metabólica e consistência a longo prazo.
Resumo prático: alimentação e gota
O que a alimentação faz:
✅ Ajuda a reduzir o ácido úrico
✅ Melhora a função renal e o metabolismo
✅ Reduz peso e melhora a saúde cardiovascular
✅ Previne crises e protege as articulações
O que a alimentação NÃO faz:
❌ Substituir os medicamentos
❌ Curar a gota sozinha
❌ Evitar crises se não houver ajuste da dose dos remédios
E se a gota não for tratada?
Infelizmente, ainda vejo muitos pacientes que passaram anos tratando a gota apenas com anti-inflamatórios durante as crises, sem atuar na causa do problema. Com o tempo, a doença evolui e pode causar:
- Crises mais frequentes e intensas
- Comprometimento de várias articulações ao mesmo tempo
- Formação de tofos, que deformam e limitam os movimentos
- Pedras nos rins
- Comprometimento renal crônico
- Risco aumentado de infarto e AVC
- Impacto emocional: ansiedade, medo da próxima crise, isolamento social
A boa notícia é que nada disso precisa acontecer se o tratamento for feito corretamente desde o início.
A importância do acompanhamento com o reumatologista
O tratamento da gota vai muito além de “tomar um remédio quando sente dor”. Requer um plano de cuidado a longo prazo, ajustes graduais de doses, mudança de estilo de vida e, acima de tudo, uma escuta médica qualificada.
No consultório do Dr. Francisco Saraiva, o cuidado com o paciente vai além da prescrição. Ele acompanha a evolução dos exames, adapta o tratamento conforme a resposta do corpo e está disponível para tirar dúvidas entre as consultas.
Conclusão: gota tem tratamento e pode ser controlada!
Vamos recapitular os pontos mais importantes?
✔️ Gota é uma doença inflamatória causada pelo excesso de ácido úrico
✔️ A dor é intensa, geralmente no dedão do pé, mas pode afetar outras articulações
✔️ O tratamento das crises é diferente do tratamento de prevenção
✔️ A alimentação ajuda, mas não substitui os remédios
✔️ O reumatologista é o especialista certo para conduzir o cuidado
✔️ O controle adequado evita complicações, tofos, problemas nos rins e doenças cardiovasculares
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